sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Conhecimento
Minha cabeça queima feito o sol, mas se abre para um oceano de conhecimento, porém a queimação pelo saber será suficiente para transpor os mares? E se eu naufragar, haverá calor suficiente para secar as águas? E se eu sucumbir, desfalecerei na forma de conhecimento? E que proveito conseguirei nisso se eu não multiplicar esse desenvolvimento? Conhecimento guardado é esquecimento? Mas porque darei o que comprei com tanto sofrimento?...
Estereótipos
Dizeres provêm de qualquer um, mas nada pode ser mais real do que a essência de seus pensamentos, entre os ventos que correm com o tempo em situações de ilusões e que viaja pelo momento eu que foi lançada a palavra imposta por uma condição, situação ou ilustração aferida por outrem que por um descuido de cultura, informação ou compreensão do que é estereotipado em um contexto direto a quem não diz respeito o jeito, do pranto, do recomeço, do embaraço, do tropeço, do eixo e nesses termos de contextos em que discorre do jeito que não vejo, nem percebo, pois me perco no alvoroço do esboço de um poço onde percebo o texto de um povo perdido, sem apreço e com adereços que só demostra sua situação de infundadas e perdidas percepções desvalidas por visões distorcidas de uma falta de educação, inserção, interpretação e conotação da real e indescritível versão do ser alheio à sua opinião.
ﺶ ąℓ'ąҜ ڙąђώ€ђ ۞۞۞۞۞۞
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Luas e sóis
Três luas abrem o caminho, enquanto três sóis se despontam lá no ninho. Não se cruzam as noites em destino, porque o vasto do momento é o improviso, se tenho a certeza da decadência, não vejo graça na ausência, mas se percebo a insensatez é porque tenho faro de rei, pois os plebeus desconhecem a face da verdadeira veste de um seguimento imperador, e, portanto não sente, não ouve e não ver o verdadeiro doutor, embora se comportasse como um simples pensando, talvez surpreendesse a todos com seus lá lábios de fulgor, pois sendo quem não se revela desponta em qualquer era, um ser encantador.
Quiseras portasse seu poder, arrogância ou presunção, pois já estás cansado de tanta propagação, pois sendo envolvido num destino de uma vida em estribilhos se perpetuando em conotação, para cada verso proferido estivesse feito um menino, num cenário de descontração, e por isso ver nos governos que se têm de montão, pois o interesse é o poder de quem perde a razão, da politica é ganhar, do viver é saber, da alegria só se faz quem pode merecer.
Luzes, câmeras, ação o empolgante é contracenar, mas em teatro de porcos ganha quem com mais lama representar, meu amigo isso é vergonha ou uma grande ilusão de tudo que eles cobiçam não quero nem um aperto de mão...
ﺶ ąℓ'ąҜ ڙąђώ€ђ ۞
domingo, 8 de setembro de 2013
Transposição espiritual
A força de um anjo não é passageira, pois se origina da inversão de fluxo, se ele está bem o retorno é bom, se o fluxo está mal o retorno é ruim. Não usamos concentração de mente para derrubar, destruir, elevar ou conceder, mas concentramos a vontade daqueles que estão ao nosso redor para emitir sua própria energia, quando usamos nossa mente para intervir em algo é por que saiu controle, e por isso temos que equilibrar os meios para congregar os fins. Não é fácil a estada neste estilo de liberação de energia, pois ficamos susceptíveis ao acaso do sucesso ou fracasso do outrem. Saber lidar com isso é muito tênue em virtude a administração das forças regente nesta terra... Desde sexta-feira que me deixei abrir a porta para absorver conhecimentos de pessoas itinerantes, e o resultado disso foi à oscilação de comportamento por esses seres que por mais protegido que fossem se permitiram ver através das energias geradas, sendo a primeira de todas: A luxúria, depois o ódio, depois a ira, depois a cobiça, depois a inveja, depois alegria, depois a solidão, depois a apatia. Sabemos cada nome dos agentes espirituais que provocaram estes resultados e como o projeto de busca interior percebe que nunca andamos sozinho e todo esforço para sair de situações que não provém do ser originado do bem é válida, então destacamos que os seres exercem atividades vindas de vossas convivências e desta forma eles revelam-se conforme o fluxo podendo ser uma ação corriqueira, a saber: A prática de hábitos incomuns ao seu estado natural; a linguagem transformada pelo meio exercida de convicção alheia; a difusão de conhecimento não adquiridos por pesquisa, estudo ou formação; a incorporação de prazeres inexistentes ao seu consciente; a abstenção de fatores do seu cotidiano; a difusão de culturas externas ao seu meio social, para tanto cabe ainda salientar que o “produto do meio advém não só das culturas absorvidas, mas da introjecção feita por forças não comprovadas pela ciência”, daí um estado especifico de possessão.
۞ ﺶ ąℓ'ąҜ ڙąђώ€ђ ♠
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Dando o que falar kkkk
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